18 de jul. de 2010

Consegi debaterá aspectos técnicos e de gestão da Computação em Nuvem

Novos eixos temáticos abrangem questões de infraestrutura, software e governança. Veja os tópicos e palestras de destaque do Congresso.

Para debater a Computação em Nuvem, abrangendo diversos tópicos relevantes, desde ferramentas até aspectos jurídicos, o Consegi 2010 terá como guia, para oficinas, painéis e palestras, três novos eixos temáticos, além dos seis relacionadas a Software Livre já levantados no Congresso do ano anterior. Os nove eixos temáticos do Consegi 2010 cobrem questões não só tecnológicas, mas de gestão, sociais e culturais; abrindo um leque de opções para os diferentes públicos do evento: representantes do setor público, empresas de software livre, países parceiros, sociedade civil e universidades, sem deixar de lado interessados na área de tecnologia da informação e comunicação (TIC).

Para Giuseppe Romagnoli, analista do Serpro, os nove eixos temáticos vão ao encontro dos debates atuais no contexto de TIC: "No evento do ano passado, existia algumas linhas que são cardeais num evento sobre Software Livre. Mantivemos essas trilhas, mas inserimos novas relacionadas à Computação em Nuvem. Essa é uma área emergente que vem sendo foco da maioria das empresas e governos no exterior. Então hoje, se você pensar enquanto investimento, a Computação em Nuvem está entre as três ou quatro prioridades dos negócios, já que as empresas sabem a economia que a tecnologia impacta nas suas finanças", explica Giuseppe.

Infraestrutura e Plataforma como Serviço para ambiente de computação em Nuvem
Neste primeiro eixo temático, serão levantadas discussões sobre virtualização, plataformas como o Demoiselle e outras formas de padronização. Entre as palestras do grupo, Giuseppe destaca a de Jinesh Varia, sobre a plataforma da Amazon, que vende serviço para quem quer uma infraestrutura (IaaS), tendo como cliente o governo americano. "Outros que falarão de IaaS são Reuven Cohen, criador da plataforma Nomaly, que abordará sua expêriencia com governo; e Jean-Paul Smets-Solanes, que tem uma IaaS criada dentro da Free Cloud Alliance", detalha Giuseppe.

Software como Serviço para ambiente de computação em nuvem
O eixo abarcará reflexões sobre softwares funcionando de maneira distribuída, paralela e em compliance ao modelo de pay-per-use e com um pool de recursos acionados de forma elástica. Segundo Giuseppe, uma forma prática de visualizar essas possibilidades é pensar como o Expresso pode estar em Nuvem. "Esse é o exemplo ideal de software como serviço e planejamos uma palestra para o tema, já que esse será o primeiro carro chefe do Serpro de trabalho em Nuvem", considera Giuseppe, acrescentando outras palestras de destaque como as de Open Nebula e Plone em Nuvem.

Governança, Gestão e Estratégia voltado para o paradigma de nuvem
O terceiro eixo temático abrangerá o modelo de negócio, gerência, monitoração, billing e metering accounting em nuvem. Nessa vertente, acontecerão as palestras de convidados da China e Coreia do Sul, que falarão sobre estratégias de governo para uso de Nuvem; de Reuven Cohen sobre área de governança de projetos, como o americano Gov2.0; e de Lauro Whately sobre casos de sucesso em Nuvem.

A inscrição para o evento é gratuita
Os demais eixos do Consegi 2010 referentes ao Software Livre e Governo Eletrônico são: "Ecossistema do Software Livre: Comunidades e Colaboração"; "Sistemas e Aplicações livres: Desenvolvimento e Uso"; "Mobilidade, Sistemas Embarcados"; "Padrões, Interoperabilidade e Políticas de desenvolvimento tecnológico e industrial"; "Desenvolvimento Social, Educação, Treinamento e Inclusão Digital"; e "Multimídia e Meios Convergentes".

Confira no sítio do Consegi 2010 a descrição desses eixos temáticos e veja a programação completa. No endereço www.consegi.gov.br você pode conhecer todos os detalhes do evento e fazer sua inscrição gratuita.

11 de jul. de 2010

Killer F.C

10 de jul. de 2010

Habilitar sudo no Debian

Entendendo o problema

O Debian por padrão não vem com o comando sudo igual ao Ubuntu. Para habilitar o sudo, será necessário editar dois arquivos:
  • /etc/sudoers: Nesse documento será liberado o acesso para o grupo sudo, assim, todos os usuários cadastrados no sistema que fizerem parte desde grupo poderão executar comandos como root.
  • /etc/group: será editado para adicionar seu usuário ao grupo sudo.

Ainda será possível definir se a cada comando digitado será necessário, ou não, digitar a senha do usuário.

Arquivo sudoers

Alterando as permissões

As permissões iniciais do arquivo /etc/sudoers é 440, o que impede sua edição. Por causa disso execute como ROOT (não use o comando sudo) no terminal:

chmod 770 /etc/sudoers

Caso você apenas faça um

sudo chmod 770 /etc/sudoers

Você não conseguirá mais usar o comando sudo, se isso aconteceu:

- reinicie o sistema e entre em modo de recuperação (recovery)

- Vá em usar shell como root

- digite o comando
chmod 440 /etc/sudoers

- reinicie novamente e entre em modo normal.

Edição

Como root, abra com seu editor de textos preferido o arquivo /etc/sudoers:

gedit /etc/sudoers

O conteúdo será algo parecido com isso:

# /etc/sudoers
#
# This file MUST be edited with the 'visudo' command as root.
#
# See the man page for details on how to write a sudoers file.
#

Defaults env_reset

# Host alias specification

# User alias specification

# Cmnd alias specification

# User privilege specification
root ALL=(ALL) ALL

# Uncomment to allow members of group sudo to not need a password
# (Note that later entries override this, so you might need to move
# it further down)
# %sudo ALL=NOPASSWD: ALL

Sudo sem senha

Se não quiser que a senha do usuário seja requisitada quando executar um comando com o sudo, descomente (remova o sinal #) do inicio da seguinte linha:

# %sudo ALL=NOPASSWD: ALL

Ela ficará assim:

%sudo ALL=NOPASSWD: ALL

Salve e feche o arquivo.

Sudo com senha

Para que a senha do usuário seja solicitada toda vez que o sudo for usado, descomente (remova o sinal #) do inicio da seguinte linha:

# %sudo ALL=NOPASSWD: ALL

Ela ficará assim:

%sudo ALL=NOPASSWD: ALL

Depois remova a palavra no, vai ficar assim:

%sudo ALL=PASSWD: ALL

Salve e feche o arquivo.

Restaurando as permissões

Depois de efetuada todas as edições necessárias, retorne a permissão padrão com o comando:

chmod 440 /etc/sudoers

/etc/group

Como root, abra com seu editor de textos preferido o arquivo /etc/group:

gedit /etc/group

Localize a linha do sudo:

sudo:x:27:

Adicione seu usuário no final da linha:

sudo:x:27:seu-usuario

Salve e feche.

7 de jul. de 2010

Convertendo vídeos .flv para .mp3 no Debian GNU/Linux.

Em um determinado momento tive a necessidade de obter somente o áudio de um dos vídeos (.flv) que tinha baixado para produzir um toque de celular, então fui pesquisar e ví como é simples, usando o ffmpeg.

A forma mais simples de fazer a conversão é usando a linha abaixo:

ffmpeg -i /path/para/video.flv /path/para/musica.mp3

Ex.: ffmpeg -i /home/guarini/videos/sao_paulo.flv /home/guarini/musicas/sao_paulo.mp3

Simples né !? … =]

O comando simples executa a conversão utilizando os padrões do ffmpeg. Caso queira uma qualidade melhor ou coisa do tipo, use os parâmetros que são bem explicados na man page do ffmpeg.

man ffmpeg

Para qualidades diferentes existem diversos parâmetros adicionais, o ffmpeg possui uma infinidade de recursos e parâmetros, só depende de você!

Abaixo alguns parâmetros úteis:

-ac > para alterar o número de canais de áudio.
-ar > para especificar samplerate.
-ab > para especificar bitrate.

Ex.: ffmpeg -i /path/para/video.flv -ac 2 -ar 44100 -ab 320 /path/para/audio.mp3

Dica: Você pode fazer isso com vários arquivos de uma só vez usando um shell script com um laço, basta uma rápida pesquisa para encontrar vários modelos!

UPDATE: Atenção ao valor do parâmetro “-ab” que deve ser especificado em bits/s e não kbits/s. Usando o valor do exemplo o ffmpeg reclama do valor baixo e retorna a mensagem abaixo.

WARNING: The bitrate parameter is set too low. It takes bits/s as argument, not kbits/s


Originalmente postado por: Thiago Fazzio em http://blog.thiagofazzio.com.br/

5 de jul. de 2010

O que é GNU/Linux ?

Linux é um sistema operacional, programa responsável pelo funcionamento do computador, que faz a comunicação entre hardware (impressora, monitor, mouse, teclado) e software (aplicativos em geral). O conjunto de um kernel e demais programas responsáveis pela comunicação com este é o que denominamos sistema operacional. O kernel é o coração do Linux.

Uma distribuição do Linux nada mais é que o conjunto de kernel, programas de sistema e aplicativos reunidos num único CD-ROM. Hoje em dia temos milhares de aplicativos para a plataforma Linux, onde cada empresa responsável por sua distribuição escolhe os aplicativos que deverão estar incluídos em seu CD-ROM.
  • Linux: kernel e distribuições - Este artigo contém explicações introdutórias sobre o kernel do Linux, o que é e como identificar suas diversas versões, além da "definição" do termo 'distribuição' e suas várias faces.

Kernel do GNU/Linux

Como explicar o que é kernel para um leigo? Neste artigo, Jorge Alberto Corso descreve como contornou a complicada tarefa de explicar o que é um kernel para alunos de um curso de administração Linux. Se você não sabe o que é, ou deseja explicar o que é o kernel do Linux para alguém, não deixe de ler o texto.

O projeto GNU



GNU is Not  Unix!
Muitos conhecem e divulgam o sistema operacional do pinguim apenas como Linux, porém o termo correto é GNU/Linux. Em palavras simplificadas, Linux é apenas o kernel do sistema operacional, ele depende de uma série de ferramentas para funcionar, a começar pelo programa usado para compilar seu código-fonte. Essas ferramentas são providas pelo projeto GNU, criado por Richard Stallman.

Em outras palavras, o sistema operacional tratado neste documento é a união do kernel Linux com as ferramentas GNU, por isso o termo GNU/Linux.

Para entendermos melhor essa relação entre GNU e Linux, Richard Stallman e Linus Torvalds, recomendo a leitura dos seguintes artigos:

GNU/Linux x Windows

A diferença mais marcante entre Linux e Windows é o fato do Linux ser um sistema de código aberto, desenvolvido por programadores voluntários espalhados por toda internet e distribuído sob a licença pública GPL. Enquanto que o Windows é software proprietário, não possui código-fonte disponível e você ainda precisa comprar uma licença pra ter o direito de usá-lo.

Você não precisa pagar nada para usar o Linux! Não é crime fazer cópias para instalar Linux em outros computadores. A vantagem de um sistema de código aberto é que ele se torna flexível às necessidades do usuário, tornando assim suas adaptações e "correções" muito mais rápidas. Lembre-se que ao nosso favor, temos milhares de programadores espalhados pelo mundo pensando apenas em fazer do Linux um sistema cada vez melhor.

O código-fonte aberto do Linux permite que qualquer pessoa veja como o sistema funciona, corrija algum problema ou faça alguma sugestão sobre sua melhoria, esse é um dos motivos de seu rápido crescimento, assim como da compatibilidade com novos hardwares, sem falar de sua alta performance e de sua estabilidade.
  • Linux: O que é Software Livre - Definição dos vários termos encontrados no mundo do Software Livre e Linux, e a definição de suas diversas licenças de uso de maneira simples e organizada e de fácil entendimento.
  • Linux: Desmistificando o Software Livre - Conceitos de Software Livre e Linux, o que pode ser utilizado legalmente e utilização em ambientes corporativos e domésticos são alguns dos temas abordados nesse artigo.

Distribuições GNU/Linux

O Linux possui vários sabores e estes são denominados distribuições. Uma distribuição Linux nada mais é que um kernel acrescido de programas escolhidos a dedo pela equipe que a desenvolve. Cada distribuição Linux possui suas particularidades, tais como forma de se instalar um pacote (ou software), interface de instalação do sistema operacional em si, interface gráfica, suporte a hardware. Então resta ao usuário definir que distribuição Linux atende melhor suas necessidades.
  • Linux: O que são distribuições
  • Linux: Afinal qual a melhor distribuição - Essa é talvez a pergunta mais comum entre os iniciantes, confusos diante das inúmeras opções que caracterizam a liberdade de escolha dos usuário do GNU/Linux. Com esse artigo o autor pretende provar que a melhor distribuição Linux é aquela que você se dedica a conhecer bem, apresentando algumas dicas para que você possa fazer da sua distribuição, seja ela qual for, a melhor distribuição Linux do mundo.
  • Linux: Qual distribuição usar - Este artigo visa trazer ao leitor uma maneira mais correta de se escolher uma distribuição GNU/Linux. Há detalhes sobre as distribuições Linux mais utilizadas atualmente e a sugestão de uma metodologia a se seguir para escolha de uma distribuição Linux adequada às necessidades da aplicação.
  • Linux: Qual o melhor Linux para eu utilizar - Neste artigo o autor expõe suas considerações sobre escolha de distribuições Linux. Na verdade não existe a melhor distribuição e sim a distribuição que melhor se enquadra como solução para suas necessidades.
  • Linux: 23 distribuições Linux brasileiras - Aqui no Brasil pouquíssimas tiveram seu reconhecimento, onde podemos citar 2 que realmente ficarão e estão na memória de quem acompanha o crescimento do Linux, que foram a Conectiva (hoje Mandriva) e o Kurumin. Este artigo introduz outras que valem a pena citação.

GNU/Linux e sua interface gráfica

O sistema X-Window (sim! sem o "s"), também chamado de X, fornece o ambiente gráfico do Linux. Diferentemente do Macintosh e Windows, o X torna o gerenciador de janelas (a interface visual em si) um processo separado. Na verdade, a vantagem de separar o gerenciador de janelas é que você pode escolher entre uma variedade de gerenciadores existentes para Linux o que melhor lhe convém, tais como Gnome, KDE, XFCE dentre outros.
  • Linux: Conceitos sobre o XWindow - Este é um artigo afim de mostrar os conceitos do ambiente X-Window. Abordaremos perguntas simples como o que ele é, quando foi desenvolvido e como ele funciona.

A história do GNU/Linux

O sistema Linux tem sua origem no Unix, um sistema operacional multitarefa e multiusuário que tem a vantagem de rodar em uma grande variedade de computadores.

O Linux surgiu de forma muito interessante. Tudo começou em 1991, quando um programador finlandês de 21 anos, Linus Benedict Torvalds, enviou a seguinte mensagem para uma lista de discussão na Internet: "Olá para todos que estão usando Minix. Estou fazendo um sistema operacional free (como passatempo) para 386, 486, AT e clones". Minix era um limitado sistema operacional baseado em Unix que rodava em microcomputadores maquiavélicos como o AT. Linus pretendia desenvolver uma versão melhorada do Minix e mal sabia que seu suposto "passatempo" acabaria num sistema engenhosamente magnífico. Muitos acadêmicos conceituados ficaram interessados na idéia do Linus e, a partir daí, programadores das mais variadas partes do mundo passaram a trabalhar em prol desse projeto. Cada melhoria desenvolvida por um programador era distribuída pela Internet e, imediatamente, integrada ao núcleo do Linux.

No decorrer dos anos, este trabalho árduo e voluntário de centenas de sonhadores tornou-se num sistema operacional bem amadurecido e que hoje está explodindo no mercado de servidores corporativos e PCs. Linus, que hoje coordena uma equipe de desenvolvedores do núcleo de seu sistema, foi eleito em pesquisa pública a personalidade do ano de 1998 do mundo da informática.

Por onde começo a aprender GNU/Linux

Se você está iniciando sua vida no Linux, pode sentir a necessidade de ajuda em pontos aparentemente simples. Este artigo será o primeiro de uma série que o ajudará a ficar mais confortável neste maravilhoso ambiente. A série faz uma tradução livre do Linux User's Guide, abordando os temas principais, afim de oferecer a você as principais ferramentas do Linux.

Os demais artigos da série, publicados por Cicero Juliao da Silva Junior:
  • Guia Introdutório do Linux - Se você está iniciando sua vida no Linux, pode sentir a necessidade de ajuda em pontos aparentemente simples. Este artigo é o primeiro de uma série que o ajudará a ficar mais confortável neste maravilhoso ambiente. Faremos uma tradução livre do Linux User's Guide, abordando os temas principais, afim de oferecer a você as principais ferramentas do Linux.
  • Guia (nem tanto) Introdutório do Linux - Aqui você verá partes do guia que tratam do poder do sistema Linux, como comandos que parecem tão simples quando usados sozinhos, combinados com outros comandos, produzem um sistema poderoso e flexível. Embora os nomes desses comandos Linux não sejam tão intuitivos, veremos como são úteis e sofisticados em seu funcionamento.
  • Guia Introdutório do Linux II - Vamos dissertar sobre os papéis que o Linux pode desempenhar num ambiente empresarial. Finalmente veremos as necessidades de um cliente e como prover os recursos necessários para tornar o Linux efetivo em seu ambiente.
  • Guia Introdutório do Linux III - Este artigo é sobre a preparação da instalação do sistema Linux. Como o próprio título avisa, é introdutório e serve para você que está aprendendo a administrar este maravilhoso sistema operacional. Veremos como você pode fazer escolhas para o Linux baseado nas necessidades dos seus clientes.
  • Guia introdutório do Linux IV - Agora, com o sistema instalado, destacaremos o que torna o Linux tão fantástico. E então, começaremos o uso do Linux.
  • Guia Introdutório do Linux V - Quando você digita um comando Linux, pode escolher em adicionar características para alterar o comportamento do comando. Opções e argumentos são exemplos do que usar para tal mudança.
  • Guia Introdutório do Linux VI - Seguiremos com o uso de comandos Linux. Desta vez veremos como conectar e expandir comandos, como enviar comandos para o background (também veremos o que é isso, se você ainda não souber) e como usar expressões aritméticas.

Como obter o GNU/Linux

Uma vez escolhida a distribuição Linux que você utilizará, o próximo passo é fazer o download de uma imagem ISO para gravação e instalação em seu computador. É extremamente recomendável optar por uma distribuição Linux popular, bem testada e na qual você encontrará documentação abundante na internet caso precise de ajuda. A seguir temos uma lista compilada com artigos que lhe auxiliarão na instalação do Linux.

Caso nenhuma das distribuições GNU/Linux abaixo lhe satisfaça, dê uma conferida em nossa lista de sugestões de download GNU/Linux.

Ubuntu GNU/Linux

Ubuntu é uma das distribuições Linux mais populares da atualidade e isso se deve ao fato dela se preocupar muito com o usuário final (desktop). Originalmente baseada no Debian Linux, diferencia-se além do foco no desktop, em sua forma de publicação de novas versões, que são lançadas semestralmente.

Para maiores informações, visite o site oficial do Ubuntu Linux ou a comunidade do Ubuntu Linux no Brasil.

Caso deseje instalar e testar este Linux, siga instruções do artigo Instalando o Linux Ubuntu 8.04 Hardy Heron, onde o autor tenta ser simples e objetivo ao guiar o iniciante na instalação do Linux Ubuntu 8.04 (Hardy Heron).

OpenSUSE GNU/Linux

OpenSUSE Linux é a versão livre do belíssimo sistema operacional Novell SuSE. Além de se comportar de forma muito estável e robusta como servidor, também é muito poderoso quando o assunto é desktop.

Seu diferencial é o famoso YaST (Yeah Another Setup Tool), um software que centraliza todo o processo de instalação, configuração e personalização do sistema Linux. Podemos dizer que esta é uma das cartas-mestre do SuSE, pois pode se comparar ao painel de controle do Windows.

Sobre o YaST:

YaST talvez seja a mais poderosa ferramenta de gestão do ambiente Linux. É um projeto open source patrocinado pela Novell e ativamente em desenvolvimento.

O desenvolvimento do YaST começou em janeiro de 1995. Ele foi escrito em C++ com um ncurses GUI por Thoamas Fehr (um dos fundadores SuSE) e Michael Andres.

YaST é a ferramenta de instalação e configuração para OpenSUSE, SUSE Linux Enterprise e o antigo SuSE Linux. Possui uma atraente interface gráfica capaz de personalizar o seu sistema rapidamente durante e após a instalação, podendo também ser utilizada em modo texto.

YaST pode ser usado para configurar o sistema inteiro, como por exemplo configurar periféricos como: placa de vídeo, placas de som, rede, configurar serviços do sistema, firewall, usuários, boot, repositórios, idiomas, instalar e remover softwares etc.

Saiba mais sobre o YaST em: O Centro de Controle YaST

Para maiores informações, visite o site oficial do OpenSUSE Linux ou a comunidade brasileira OpenSUSE Linux. Informações detalhadas sobre diferenças entre SuSE, OpenSUSE e seus componentes podem ser encontradas em: SuSE Linux 9.1 - O poderoso e versátil Linux da Novell.

Caso deseje instalar e testar este Linux, siga instruções do artigo Introdução ao Linux: Instalação do OpenSUSE, onde o autor mostra como obter e instalar o OpenSUSE Linux 11 para usuários que estão conhecendo agora o Linux ou que estão querendo migrar para este SO. Com didática clara e simples, até mesmo quem nunca formatou um PC poderá instalar o Linux sem problemas.

Debian GNU/Linux

Debian é uma das distribuições Linux mais antigas e populares. Ela serviu de base para a criação de diversas outras distribuições populares, tais como Ubuntu e Kurumin. Como suas características de maior destaque podemos citar:
  • Sistema de empacotamento .deb;
  • Apt-get, que é um sistema de gerenciamento de pacotes instalados mais práticos dentre os existentes (se não o mais!);
  • Sua versão estável é exaustivamente testada, o que o torna ideal para servidor (segurança e estabilidade);
  • Possui um dos maiores repositórios de pacotes dentre as distros (programas pré-compilados disponíveis para se instalar).

Para maiores informações, visite o site oficial do Debian Linux ou a comunidade brasileira Debian Linux.

Caso deseje instalar e testar este Linux, siga instruções do artigo Instalando o Debian Lenny Linux, onde o autor demonstra ao usuário iniciante como fazer uma instalação básica do sistema Debian GNU/Linux em seu computador. Depois de uma breve leitura no artigo, ficará claro como o mito de que o Debian é uma distro "complicada" vai por água abaixo.

Outro artigo a ser consultado é o Instalando um sistema Debian GNU/Linux completo em 20 minutos, onde o autor foca na instalação de um parque de máquina completo com Linux, focando em dicas de como instalar o Debian Linux de forma automatizada.

Slackware GNU/Linux

Slackware Linux, junto com Debian e Red Hat, é uma das distribuições "pai" de todas as outras. Idealizada por Patrick Volkerding, Slack - apelido adotado por sua comunidade de usuários - tem como características principais leveza, simplicidade, estabilidade e segurança.

Embora seja considerada por muitos uma distribuição difícil de se usar, voltada para usuário expert ou hacker, possui um sistema de gerenciamento de pacotes simples, assim como sua interface de instalação, que é uma das poucas que continua em modo-texto, mas nem por isso se faz complicada.

Se você procura por uma distribuição Linux voltada para servidor, deseja aprofundar seus conhecimentos no Linux ou procura um desktop sem frescuras, Slack é pra você!

História do Slackware Linux:

Slackware Linux foi criado por Patrick Volkerding em 1993 (algumas fontes dizem 1992). Foi baseada na distribuição SLS Linux (Softlanding Linux System) e era fornecida em forma de imagens para disquetes de 3.5 polegadas.

É a distribuição Linux mais antiga e ainda ativa. Até 1995 era considerado como o "Linux padrão", mas sua popularidade diminuiu muito depois do surgimento de distribuições mais amigáveis. Mesmo assim o Slackware continua sendo uma distribuição muito apreciada e respeitada, pois não mudou sua filosofia, continua fiel aos padrões UNIX e é composta apenas por aplicações estáveis.

Em 1999 a versão do Slackware Linux pulou de 4.0 para 7.0. Uma jogada de marketing para mostrar que o Slackware estava tão atualizado como as outras distribuições Linux. Acontece que muitas distribuições tinham versões bem elevadas, e isso podia causar a impressão de que o Slackware estava desatualizado. A demora para lançamento de novas versões do Slackware também contribuiu para isso.

Em 2004 Patrick Volkerding esteve seriamente doente - com um tipo de infecção, e o desenvolvimento do Slackware tornou-se incerto.

Muitos acharam que ele iria morrer. Mas ele melhorou e retomou o desenvolvimento do Slackware, embora não esteja completamente curado até hoje.

Em 2005 o ambiente gráfico GNOME foi removido do projeto Slackware Linux, o que desagradou muitos usuários. A justificativa de Patrick foi de que leva-se muito tempo para empacotar os binários. Porém, muitas comunidades desenvolvem projetos de GNOME para o Slackware. Alguns exemplos de projetos são: Gnome Slackbuild, Gnome Slacky e Dropline Gnome. Por isso, Gnome de alta qualidade é o que não falta para o Slackware, apesar de não ser um ambiente nativo.

Em 2007 foi lançada a versão 12.0 do Slackware Linux, uma versão inovadora e que de certa forma causou algumas controvérsias. Foi a primeira versão do Slackware que foi um pouco contra a sua própria filosofia. Primeiro, porque passou a montar dispositivos automaticamente, segundo porque alguns pacotes antigos não eram mais compatíveis coma a nova versão devido ao novo GCC 4.1.2. e por último, porque foi a primeira versão a vir com a última versão do Kernel (na época).

Vale destacar também que a versão 12.0 vem com Compiz instalado, mas que por falta de ferramentas gráficas para configuração, muitos usuários não sabiam como usar.

Enquanto esse artigo está sendo digitado, a versão atual do Slackware Linux é a 12.1. Ela não difere muito da 12.0, basicamente houve várias atualizações de aplicativos e do kernel. A maior novidade agora é que a versão corrente do Slackware tem disponível os pacotes do ambiente gráfico KDE 4.1. Muitos usuários acostumados com o KDE 3.5 não gostaram das modificações, mas uma coisa é certa: o visual do KDE 4.1 é muito mais atraente que o do 3.5.

Leia mais na série de artigos:
  • Linux: Mamãe, quero Slack! (parte 1) - Esse artigo é um resumo simples e básico de instruções para usuários iniciantes em Linux que querem começar a usar a distribuição Slackware Linux, especificamente as versões 12.0 e 12.1.
  • Linux: Mamãe, quero Slack! (parte 2) - Resumo de informações para ajudar usuários iniciantes em Linux que querem usar a distribuição Slackware. Serve para Slackware 12.0, 12.1 e 12.2.
  • Linux: Mamãe, quero Slack! (parte 3) - Esta é a última parte da série "Mamãe, quero Slack!". A série tem por objetivo servir de guia introdutório para iniciantes no sistema Linux, especificamente para a distribuição Slackware Linux.
Para maiores informações, visite o site oficial do Slackware Linux ou a comunidade Slackware Linux do Brasil.

Caso deseje instalar e testar este Linux, siga instruções dos seguintes artigos:
  • Instalação do Slackware Linux 11.0 sem medo - Esse artigo pretende quebrar "tabus" sobre a instalação do Slackware Linux, demostrando que esse sistema também pode ser instalado facilmente. Ele se destina a usuários iniciantes no mundo open-source e serve como uma "receita de bolo" para a instalação do Slackware Linux.
  • Instalando o Slackware Linux sem sofrimento (parte 1) - Explica-se como instalar o Slackware Linux enquanto o Patrick não se decide por uma ferramenta gráfica ao melhor estilo Fedora ou Mandriva... ;-) Farei um particionamento simples com o cfdisk; pra que ficar quebrando a cara se os manés aqui já passaram horas ralando o fucinho na frente do PC??? A versão utilizada foi o slackão 11.0.
  • Instalando o Slackware Linux sem sofrimento (parte 2) - Nesta segunda parte do "instalando o Slackware Linux sem sofrimento" vamos configurar nosso Slackão imediatamente após a instalação dos pacotes. Você verá que não vai doer nadica de nada!!! ;-)

Kurumin GNU/Linux

Idealizada por Carlos Morimoto, Kurumin é uma das distribuições Linux mais usadas em território nacional. Originalmente baseada no Knoppix, que veio do Debian Linux, esse sistema operacional se destacou por ser um desktop fácil de se instalar e agradável de se usar.

Sua característica mais marcante são os ícones mágicos, que transformam tarefas relativamente complexas (hoje nem tanto) como configurar um modem ou instalar um codec de vídeo numa experiência NNF (next, next, finish), como no Windows.

Para maiores informações, visite o site oficial do Kurumin Linux.

Artigos relacionados no Viva o Linux:
  • Instalando o Kurumin Linux 7 e outros em um pendrive - Esse artigo visa ensinar a instalação do Linux Kurumin/Knoppix e com algumas alterações qualquer outra distro liveCD em um pendrive de 1 ou 2 GB. Feito com base em experiência própria, usando como base um artigo de Carlos E. Morimoto.
  • Remasterização do Kurumin Linux 7 final - A versão final do Kurumin 7 Linux não inclui o famoso script de remasterização, porém temos como burlar isso e criar uma versão remasterizada do sistema, para diversos usos, escolas, empresas ou repartições públicas.
  • Remasterizando o Kurumin Linux - Neste artigo demonstra-se como remasterizar o Kurumin Linux em qualquer versão disponível, até mesmo nas versões mais recentes, que não dispõem mais do dispositivo "Remasterizando o Kurumin Linux" no painel de navegação.

Fedora GNU/Linux

"Fedora é uma das mais populares e estáveis distribuições Linux que existem atualmente. Ele era, no começo, um fork para a comunidade, liberado e mantido pela gigante Red Hat que, na época, estava fechando seu sistema e concentrando-se no mercado corporativo. Isso significa que, desde o princípio, o Fedora já contava com o que há de mais moderno em tecnologia de software, assim como também contava com uma das mais competentes e dedicadas equipes em seu desenvolvimento. Se o que você procura é uma distribuição com poderes de ser um servidor estável, mas com as facilidades das ferramentas de configuração gráficas, ou se, simplesmente, deseja um desktop mais robusto, o Fedora será a sua melhor escolha.

Ele conta com um ciclo de desenvolvimento rápido. A cada seis meses, em média, um novo Fedora Linux é liberado pelo Fedora Project para a comunidade. A própria comunidade em si é uma das mais ativas da internet e o Fedora conta com uma farta ajuda online, mesmo sem oferecer o suporte técnico direto da Red Hat.

O manuseio de pacotes é feito de forma inteligente e automática com a ajuda do YUM que cuida das atualizações e resolve as dependências de todos os pacotes, baixando o que for necessário ao sistema dos repositórios e gerenciando a instalação. Encontra-se para o fedora todo o tipo de aplicações, desde suites de escritório poderosas como o OpenOffice.org até players de vídeo e de áudio (MPlayer e Amarok) com execução de quase todos os formatos conhecidos e também uma generosa coleção de jogos, todos instaláveis com alguns simples cliques ou uma única linha de comando. "

Retirado de: fedora.wiki.br - FAQ do Linux Fedora 10

Você pode aprender a instalar o Fedora Linux neste artigo, onde o autor descreve a instalação do Linux Fedora 12, abordando seu download, instalação do sistema e instalação de programas.

CentOS GNU/Linux

"CentOS é uma distribuição Linux de classe Enterprise derivada de códigos fonte gratuitamente distribuídos pela Red Hat Enterprise Linux e mantida pelo CentOS Project.

A numeração das versões é baseada na numeração do Red Hat Enterprise Linux. Por exemplo, o CentOS Linux 4 é baseado no Red Hat Enterprise Linux 4. A diferença básica entre um e outro é o fornecimento de suporte pago na aquisição de um Red Hat Enterprise Linux. Funcionalmente, pode-se considerar os sistemas clones.

CentOS Linux proporciona um grande acesso aos softwares padrão da indústria, incluindo total compatibilidade com os pacotes de softwares preparados especificamente para os sistemas da Red Hat Enterprise Linux. Isso lhe dá o mesmo nível de segurança e suporte, através de updates, que outras soluções Linux Enterprise, porém sem custo.

Suporta tanto ambientes de servidores para aplicações de missão crítica quanto ambientes de estações de trabalho e ainda possui uma versão Live CD.

CentOS possui numerosas vantagens, incluindo: uma comunidade ativa e crescente, um rápido desenvolvimento e teste de pacotes, uma extensa rede para downloads, desenvolvedores acessíveis, múltiplos canais de suporte incluindo suporte em português e suporte comercial através de parceiros."

Trecho retirado de: wiki do CentOS Linux

Site oficial:
Neste artigo você encontra os passos para instalar a distribuição Linux CentOS 5.2. O objetivo é contribuir para que os usuários iniciantes tenham uma base para a instalar o sistema rapidamente. Pode ser uma referência para instalação de outras distribuições como Red Hat ou Fedora, que são muito parecidas com o CentOS.

LinuxMint

A proposta do Linux Mint é ser uma distribuição de desktop com visual elegante, amigável, confortável de usar e bem atualizada.

A distribuição foi lançada inicialmente como uma variante do Ubuntu que contava com os codecs de mídia já na instalação. A evolução foi rápida e hoje é uma distribuição completa e bem resolvida, com ferramentas próprias de configuração, aplicativo de instalação de pacotes baseado na web, menus personalizados, entre outras características únicas e sempre com um visual bem clean e elegante.

O fundador, líder e principal desenvolvedor da distribuição se chama Clement Lefebvre, ele iniciou usando Linux em 1996 (Slackware) e vive na Irlanda.

Algumas razões do sucesso do Linux Mint listados na página do projeto são:
  • A velocidade com que a comunidade responde às demandas, uma solicitação postada no fórum do site pode estar já implementada no current em menos de uma semana;
  • Por ser derivada do Debian conta com toda a base sólida de pacotes e do gerenciador de pacotes do Debian;
  • É compatível com os repositórios do Ubuntu;
  • Tem um desktop preparado para o usuário comum sentir-se confortável;
  • Se esforça para que os recursos, tais como suporte multimídia, resolução de vídeo, placas e cartões Wifi e outros, funcionem bem.

À exceção do Mandrake, e depois do Kurumin, esta foi a primeira distro a fazer sucesso com os usuários pelos seguintes motivos: facilidade em instalar programas, instalação e configuração automática de dispositivos e afins.

O Mint agregou essas facilidades e incorporou outras, sendo considerado um Ubuntu mais polido, com excelente seleção de softwares, belo desempenho e design.

Você encontra tutoriais de instalação aqui no VOL em:
Para maiores informações, visitem:

Aplicativos para GNU/Linux

O Linux possui uma riqueza incomparável de aplicativos, oferecendo mais de uma solução à certas necessidades. A maior dificuldade está em encontrar um aplicativo que sirva às suas necessidades. Como há inúmeros aplicativos para as mesmas funções, eles apresentam certas características, estas que se adaptam ou não ao gosto do usuário, por isto temos tanta variedade de aplicativos disponíveis hoje em dia.

O fato de quase 100% dos aplicativos Linux serem Open-Source ajuda para que esta lista cada vez mais venha crescer. Dentre outras coisas, os aplicativos Linux permitem ser alterados conforme as necessidades dos usuários, por termos acesso liberado ao código-fonte deles.

No artigo Aplicativos Linux para o dia-a-dia, o autor visa informar sobre a grande gama de softwares disponíveis para a plataforma GNU/LINUX nas diversas áreas existentes. Ele demonstra alguns dos mais conhecidos e utilizados, são MAIS DE 140 APLICATIVOS, sendo recomendado a leitura para todos os níveis de usuários, desde iniciantes a profissionais.

Outro artigo interessante que apresenta uma lista de aplicativos para uso cotidiano é o 30 motivos para usar o Linux, que expõe trinta razões em forma de ferramentas que lhe darão a certeza de que o Linux é o sistema operacional ideal para o seu uso. Leitura recomendada para todos os níveis de usuários desse sistema operacional.

Aplicativos GNU/Linux para escritório

OpenOffice.org

Um dos mais famosas e completas suítes para escritório disponíveis para Linux é o OpenOffice.org.

"OpenOffice.org é uma suíte de aplicativos para escritório livres multiplataforma, sendo distribuída para Microsoft Windows, Unix, Solaris, Linux e Mac OS X. A suite usa o formato ODF (OpenDocument) e é compatível com o formato do Microsoft Office.

O OpenOffice.org é baseado em uma antiga versão do StarOffice, o StarOffice 5.1, adquirido pela Sun Microsystems em Agosto de 1999. O código fonte da suite foi liberado dando início a um projeto de desenvolvimento de um software de código aberto em 13 de outubro de 2000, o OpenOffice.org. O principal objetivo era fornecer uma alternativa de baixo custo, de alta qualidade e de código aberto.

O OpenOffice.org é compatível com os formatos de arquivo do Microsoft Office. Por ser um software gratuito e de código aberto, será instalado por padrão no projeto PC Conectado, no qual microcomputadores a preços populares serão vendidos para pessoas de baixa renda no Brasil, com subsídios oferecidos pelo Governo. Também em Portugal o computador Portátil Magalhães é distribuído a todos os alunos das escolas do primeiro ciclo com o OpenOffice.org.

O projeto e o software são referenciados geralmente como "OpenOffice" mas, devido a um disputa de marca registada, a Sun foi obrigada a mudar o nome do software, que passou a se chamar "OpenOffice.org". No Brasil, até mesmo o nome OpenOffice.org causou problemas por semelhança com o nome "Open Office", já anteriormente registrado pela BWS Informática. Por isso, o OpenOffice.org não é distribuído no português do Brasil, sendo substituído pelo pacote BrOffice."

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/OpenOffice.org

O Viva o Linux, através do membro Antonio Carlos Vasques da Silva, publicou uma série de artigos sobre o uso deste aplicativo no Linux, que pode ser acessada a partir dos links abaixo:
  • Linux: Instalando o OpenOffice - A partir deste artigo vamos publicar uma série explicando como instalar, configurar e utilizar o openoffice (00) como sua suíte office padrão, tanto para Linux como para qualquer OS proprietário. Ao término, qualquer usuário iniciante terá condições de realizar as operações básicas de edição de texto, planilhas e apresentação.
  • Linux: Configurando o OpenOffice - Neste segundo tutorial vamos ensinar como configurar o OpenOffice (OO) no Linux para podermos utilizar os editores integrados nesta suíte SOHO. O texto está rico em ilustrações, o que facilitará muito sua compreensão.
  • Linux: Configurando o OpenOffice para edição de texto - swriter/oowriter - Neste terceiro tutorial vamos aprender como configurar o editor de texto (ET) oowriter/swriter para atender às nossas necessidades. Veremos truques para configurar barra de função, barra de formatação, barra de ferramentas, barra de menus dentre outros recursos.
  • Linux: Formatando texto no Open Office - Neste tutorial vamos aprender a formatar o texto no OpenOffice (00) usando o swriter ou oowriter, segundo a procedência de seu pacote office. Como experiência própria, recomendo que digite tudo o que desejar e somente depois parta para a formatação propriamente dita.
  • Linux: Formatando fontes no openoffice - Neste tutorial vamos abordar a formatação das fontes no Open Office (OO). Ele complementa o anterior, que aborda a formatação do texto. Neste aprenderemos a usar a barra de formatação, menus do botão direito do mouse, tamanho, estilo e cores das fontes.
  • Linux: Formatação especial no Open Office - Neste tutorial vamos abordar formatação "especial" no OO como: caracteres especiais; cabeçalho, rodapé e notas de rodapé; data, hora; numeração de página e moldura flutuante.
  • Linux: Mais formatação especial no OpenOffice - Neste tutorial aprenderemos a utilizar um recurso muito útil do OpenOffice, que é a pré-formatação de texto (estilista), assistentes e o corretor ortográfico.
  • Linux: Usando tabelas no editor de textos do OpenOffice - Neste tutorial sobre o OpenOffice vamos aprender mais alguns recursos especiais, para que o uso do editor de texto seja o mais completo possível, manipulando tabelas para complementar um texto qualquer.
  • Linux: Usando tabulações no OpenOffice.org - O presente tutorial tem por objetivo explicar como se usa tabulação no OpenOffice.org Writer.
  • Linux: Outros recursos no OpenOffice: colunas, fundo e bordas - Neste tutorial da série sobre o oowriter, veremos como criar colunas, configurar o fundo do texto e as bordas do mesmo.
  • Linux: Conhecendo a planilha do OpenOffice - Qualquer local de trabalho, por mais simples que seja, não prescinde dos recursos de uma planilha. Embora muito conhecida, não é tão utilizada quanto um bom editor de texto, talvez por fazer-se uso de funções. Com este tutorial vamos conhecer sua estrutura e nos familiarizar com seu manuseio.
  • Linux: Formatação de células na planilha do OpenOffice - Neste tutorial sobre a scalc/oocalc - planilha do OpenOffice - vamos mostrar como fazer as formatações básicas em células.
  • Linux: Formatação de linhas e colunas da planilha do OpenOffice - Neste tutorial sobre o scalc (oocalc), vamos explicar com formatar linhas e colunas.
  • Linux: Selecionando dados numa tabela para confecção de gráficos no oocalc - Este artigo mostra como selecionar dados numa tabela para poder criar gráficos personalizados. É um recursos muito útil quando se tem tabelas grandes que podem gerar gráficos complexos, sendo necessário selecionar as informações sem ter o trabalho de construir novos dados.

Abiword

Se você prefere softwares mais leves ou não usa os recursos avançados de formatação que o OpenOffice.org oferece, talvez a melhor solução seja o uso do Abiword, um editor de textos para Linux tão bom quanto e mais leve que o acima mencionado.

"AbiWord é um processador de texto de código-fonte aberto portanto, um software livre licenciado segundo a GPL. Roda em plataformas Linux, Mac OS, Microsoft Windows, ReactOS, SkyOS e outros. AbiWord foi criado inicialmente pela SourceGear Corporation com o componente AbiSuite. SourceGear se graduou a interesses financeiro e deixou o projeto do AbiWord para uma equipe de voluntários. Agora o software AbiWord é parte do GNOME Office, uma coleção de aplicativos de integração.

A interface do AbiWord lembra a interface do Word pré-2007.

O fato é que muitos usuários ainda se sentem mais confortáveis nessa interface do que na nova "ribbon" da ferramenta Microsoft.

O AbiWord oferece todos os recursos necessários para quem tem necessidades simples de edição de textos."

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/AbiWord

Leia o artigo Linux: Desvendando o Abiword, onde o autor apresenta o Abiword, o editor de texto padrão do Gnome, mas que você pode usar sem ter de abrir mão de sua interface preferida. Ele é muito mais leve que o OpenOffice e pode ser uma boa alternativa para quem não tem um PC tão poderoso que aguente o primeiro.

Gnumeric

Gnumeric é um software de planilha open source para Linux que faz parte do desktop Gnome e possui instaladores disponíveis inclusive para Windows. Ele foi criado com a intenção de ser uma alternativa ao software proprietário Microsoft Excel. Gnumeric foi criado e desenvolvido por Miguel de Icaza, mas desde que ele foi transferido para outros projetos, o mantenedor atual se tornou Jody Goldberg.

Gnumeric possui a capacidade de importar e exportar dados em diversos formatos, incuindo CSV, Microsoft Excel, HTML, LaTeX, Lotus 1-2-3, OpenDocument e Quattro Pro. Seu formato nativo é o Gnumeric file format (.gnm ou .gnumeric), um arquivo XML comprimido com bzip. Ele possui todas as funções de planilha do Excel e muitas outras funções próprias.

Maiores informações sobre o Gnumeric podem ser obtidas em seu site oficial: http://www.gnome.org/gnumeric

Comandos do GNU/Linux

A linha de comando é o método mais usado por administradores de sistemas Linux, pois é o que oferece o maior número de possibilidades, além de ser o método mais rápido de fazer as coisas. Nesse artigo você terá uma lista detalhada dos principais comandos do GNU/Linux, divididos em categorias, com exemplos práticos de aplicação, incluindo associações com outros aplicativos.

O membro Davidson Paulo publicou uma série de artigos que descreve muito bem os fundamentos do sistema Linux:
  • Fundamentos do sistema Linux - arquivos e diretórios - Nos sistemas Unix/Linux, tudo o que pode ser manipulado pelo sistema operacional é representado sob a forma de arquivo, incluindo aí diretórios, dispositivos e processos. Esse artigo aborda os principais conceitos sobre arquivos e diretórios no Linux.
  • Fundamentos do sistema Linux - usuários e grupos - O Linux foi desenvolvido desde o começo para trabalhar em rede. Por isso, ele possui suporte a usuários e grupos, que garantem uma organização e segurança ao sistema. Neste artigo veremos os conceitos de usuários e grupos, bem como os métodos para manipulá-los.
  • Fundamentos do sistema Linux - Permissões - Sistemas operacionais multi-usuário têm de zelar pela segurança e privacidade dos dados individuais de cada usuário, bem como prezar pela integridade do sistema. Para isso existem as chamadas permissões de acesso, que atuam em dois aspectos fundamentais. O primeiro é a privacidade e o segundo, a segurança.
  • Fundamentos do sistema Linux - hardware - A forma como o sistema operacional trabalha com o hardware é fator decisivo no desempenho e estabilidade do sistema. Um processador pode ser muito rápido por possuir diversos recursos, mas se o sistema operacional não tiver suporte a esses recursos, não será possível extrair o máximo de desempenho do processador. Nesse artigo veremos como o Linux interage com o hardware do computador.
  • Fundamentos do sistema Linux: discos e partições - Neste artigo veremos como o GNU/Linux trabalha com discos, além de ver conceito de partições, sistemas de arquivos, bem como os principais programas para trabalhar com discos e partições.
  • Fundamentos do sistema Linux - Gerenciadores de inicialização - Gerenciadores de inicialização (boot managers, em inglês) são programas responsáveis por gerenciar a inicialização de um ou vários sistemas operacionais. Nesse artigo veremos os dois principais gerenciadores de inicialização para Linux, o LiLo e o GRUB.
  • Fundamentos do sistema Linux - comandos do Linux - Uma lista detalhada dos principais comandos do GNU/Linux, divididos em categorias, com exemplos práticos de aplicação, incluindo associações com outros aplicativos.
  • Fundamentos do sistema Linux - direcionadores - Direcionadores de fluxo fazem o que o nome sugere: direcionam o fluxo da saída dos programas, enviando-as para locais diferentes da saída padrão. Esses locais podem ser arquivos, dispositivos, processos e outros programas. Nesse artigo veremos como utilizar os direcionadores do Linux para facilitar a vida do administrador de sistemas.

Jogos para GNU/Linux

Quem gosta de jogos não pode deixar de ver a lista dos principais jogos disponíveis para Linux neste artigo, que te dá a oportunidade de conhecer jogos de tiro, estratégia, carros, simuladores de vôo, RPG, emuladores e muito mais. O artigo fez tanto sucesso que ganhou uma continuação com outra dezenas de jogos compatíveis com o sistema operacional.

Informações adicionais sobre GNU/Linux

  • Palavras, expressões e celebridades do mundo Linux - Não faça mais aquela cara de "meu Deus, que é isso!?" enquanto conversa com nerds. Conheça quem são as celebridades do mundo do software livre e Linux e de quebra confira meu "pequeno dicionário para sobrevivência nerd" e a lista dos smiles mais usados na internet.
  • Linux: Uma ótima opção para sua empresa - Neste artigo o autor mostra as principais vantagens em utilizar o Linux em sua empresa, sua relação custo x benefício e também cito alguns casos de sucesso do pinguim no Brasil.
  • Linux: Usar, usando - Este artigo é para você que quer usar Linux, mas tem medo de doer. Sério, o Linux desktop está aí e veio pra ficar. Acompanhe a experiência do autor e tome coragem para mudar.

4 de jul. de 2010

Como descobrir a senha de arquivos PDF

Neste tutorial vou fazer um passo a passo breve de como quebrar arquivos .PDF e descobrir a senha dos mesmos.

Para quem usa Linux, mais precisamente, o Ubuntu como eu pode usar o PDFCRACK

sudo apt-get install pdfcrack

Depois para usar a forma básica é:

pdfcrack -f arquivo.pdf

O programa ainda permite usar um dicionario de senhas, faça assim:

pdfcrack –wordlist=wordlist.txt -f arquivo.pdf

No Windows recomendo o “Passware Kit Enterprise 9.7″ voce pode baixar esse programa aqui

Com esse programa você também quebra as senhas de vários outros formatos.. Ele é bem simples é só arrastar o arquivo com senha pra dentro dele que o programa abre um auxiliador.

IRSSI - Chat via terminal

Primeiramente vamos entender o que seria o IRC...

O IRC é uma das ferramentas de comunicação mais simples, usadas em PC e mesmo assim uma das melhores e mais usadas até hoje... No IRC a comunicação se da nos canais onde você e outros conectam-se usando nicks(apelidos), diferente dos mensageiros instantâneos todos podem conversar com você e você pode conversar com todos ao mesmo tempo ou só com 1 pessoa em modo privado.

O IRSSI é um dos programas que possibilitam sua conexão na rede IRC. O diferencial do IRSSI é que você pode conversar mesmo em modo de texto, não é necessário esta logado no X pra utilizar o programa.

Para instalar o programa no ubuntu digite:

$ sudo apt-get install irssi

Para executar o programa, abra um terminal (ou em modo de texto) digite:

$ irssi

E o programa estará rodando, como exemplo vamos conectar no servidor Free Node, com o irssi aberto faça:

/server irc.freenode.net

O programa ira tentar a conexão e logo você estarálogado no servidor, para mudar ou assumir um nick(apelido) usa-se:

/nick seu_nick

O programa ira responder, se nickja for registrado tente outro.

Após ter criado um nick é interessante registra-lo para que apenas você possa usa-lo, para registrar use:

/msg NickServ register senha

No lugar de senha você digita a senha a ser criada.

A partir de agora quando você logar nesta rede use o comando

/msg NickServ identify senha

Para entrar em um canal usa-se:

/j nome-do-canal

Esses comandos em geral são os mesmos para qualquer programa e/ou servidor, o IRSSI pode ser uma ferramenta de grande ajuda nos momentos em que você não tem outras vias de conseguir um auxilio, ou mesmo se você pretende usar para fazer amigos e discutir ideias e conhecimentos também vale.

Nmap

O que é

Nmap é uma ferramenta para exploração de rede criada pelo Fyodor. É uma das ferramentas mais importantes para engenharia de segurança ou pen-tester. Com ele você poderá entrar em uma rede e buscar serviços que estão escutando em cada porta especifica. Você pode fazer um varredura de tcp()connect que fará uma conexão completa com o host ou uma syn scan que fará uma simples conexão que servirá para testar regras de firewall por exemplo.

Instalação

Instale o nmap usando o seguinte comando

sudo apt-get install nmap

Flags

  • Nota: O alvo poderá ser uma rede ou simples host

sS

TCP SYN scan: Opção muito usada. Técnica também conhecida como “half-open”, pois não abre uma conexão TCP completa. É enviado um pacote SYN, como se ele fosse uma conexão real e aguarda uma resposta. Caso um pacote SYN-ACK seja recebido, a porta está aberta, enquanto um como resposta indica que a porta está fechada. A vantagem dessa abordagem é que poucos irão detectar esse scanning de portas.

sudo nmap -sS 192.168.0.1

Starting Nmap 4.10 ( http://www.insecure.org/nmap/ ) at 2006-10-30 16:23 BRT
Interesting ports on idtstnw65-w (192.168.0.1):
Not shown: 1661 closed ports
PORT STATE SERVICE
80/tcp open http
81/tcp open hosts2-ns
111/tcp open rpcbind
139/tcp open netbios-ssn
389/tcp open ldap
427/tcp open svrloc
443/tcp open https
524/tcp open ncp
548/tcp open afpovertcp
636/tcp open ldapssl
731/tcp open netviewdm3
846/tcp open unknown
847/tcp open unknown
1234/tcp open hotline
2049/tcp open nfs
8009/tcp open ajp13
32778/tcp open sometimes-rpc19
32779/tcp open sometimes-rpc21
MAC Address: 00:99:99:99:99:99 (3com)

Nmap finished: 1 IP address (1 host up) scanned in 7.069 seconds

sP

Ping scan: Algumas vezes é necessário saber se um determinado host ou rede está no ar. Nmap pode enviar pacotes ICMP “echo request” para verificar se determinado host ou rede está ativa. Hoje em dia, existem muitos filtros que rejeitam os pacotes ICMP “echo request”, então envia um pacote TCP ACK para a porta 80 (default) e caso receba RST o alvo está ativo. A terceira técnica envia um pacote SYN e espera um RST ou SYN-ACK.

sudo nmap -sP 192.168.0.1

Starting Nmap 4.10 ( http://www.insecure.org/nmap/ ) at 2006-10-30 16:24 BRT
Host idtstnw65 (192.168.0.1) appears to be up.
MAC Address: 00:99:99:98:00:99 (3com)
Nmap finished: 1 IP address (1 host up) scanned in 0.366 seconds

sR

RCP scan: Este método trabalha em conjunto com várias técnicas do Nmap. Ele considera todas as portas TCP e UDP abertas e envia comandos NULL SunRPC, para determinar se realmente são portas RPC. É como se o comando “rpcinfo -p” estivesse sendo utilizado, mesmo através de um firewall ( ou protegido por TCP wrappers ).

sudo nmap -sR 192.168.0.1

Starting Nmap 4.10 ( http://www.insecure.org/nmap/ ) at 2006-10-30 16:26 BRT
Umm -- RPC returned success for bogus version -- thats OK I guess
Umm -- RPC returned success for bogus version -- thats OK I guess
Umm -- RPC returned success for bogus version -- thats OK I guess
Umm -- RPC returned success for bogus version -- thats OK I guess
Interesting ports on idtstnw65 (192.168.0.1):
Not shown: 1661 closed ports
PORT STATE SERVICE VERSION
80/tcp open http
81/tcp open hosts2-ns
111/tcp open rpcbind (rpcbind V2) 2 (rpc #100000)
139/tcp open netbios-ssn
389/tcp open ldap
427/tcp open svrloc
443/tcp open https
524/tcp open ncp
548/tcp open afpovertcp
636/tcp open ldapssl
731/tcp open rpcbind (rpcbind V2) 2 (rpc #100000)
846/tcp open rpcbind (rpcbind V2) 2 (rpc #100000)
847/tcp open rpcbind (rpcbind V2) 2 (rpc #100000)
1234/tcp open rpcbind (rpcbind V0) 0 (rpc #100000)
2049/tcp open rpcbind (rpcbind V0) 0 (rpc #100000)
8009/tcp open ajp13
32778/tcp open rpcbind (rpcbind V0) 0 (rpc #100000)
32779/tcp open rpcbind (rpcbind V0) 0 (rpc #100000)
MAC Address: 99:99:99:99:99:99 (3com)

sT

TCP connect() scan: É a técnica mais básica de TCP scanning. É utilizada a chamada de sistema (system call) “connect()” que envia um sinal as portas ativas. Caso a porta esteja aberta recebe como resposta “connect()”. É um dos scan mais rápidos, porém fácil de ser detectado.

sudo nmap -sT 192.168.0.1

Starting Nmap 4.10 ( http://www.insecure.org/nmap/ ) at 2006-10-30 16:29 BRT
Interesting ports on idtstnw65 (192.168.0.1):
Not shown: 1661 closed ports
PORT STATE SERVICE
80/tcp open http
81/tcp open hosts2-ns
111/tcp open rpcbind
139/tcp open netbios-ssn
389/tcp open ldap
427/tcp open svrloc
443/tcp open https
524/tcp open ncp
548/tcp open afpovertcp
636/tcp open ldapssl
731/tcp open netviewdm3
846/tcp open unknown
847/tcp open unknown
1234/tcp open hotline
2049/tcp open nfs
8009/tcp open ajp13
32778/tcp open sometimes-rpc19
32779/tcp open sometimes-rpc21
MAC Address: 00:99:99:99:99:99 (3com)

sU

UDP scan: Este método é utilizado para determinar qual porta UDP está aberta em um host. A técnica consiste em enviar um pacote UDP de 0 byte para cada porta do host. Se for recebido uma mensagem ICMP “port unreachable” então a porta está fechada, senão a porta pode estar aberta. Para variar um pouco, a Microsoft ignorou a sugestão da RFC e com isso a varredura de máquinas Windows é muito rápida.

sudo nmap -sU 192.168.0.1

Starting Nmap 4.10 ( http://www.insecure.org/nmap/ ) at 2006-10-30 16:31 BRT
Interesting ports on idtstnw65 (192.168.0.1):
Not shown: 1471 closed ports
PORT STATE SERVICE
111/udp open|filtered rpcbind
123/udp open|filtered ntp
137/udp open|filtered netbios-ns
138/udp open|filtered netbios-dgm
161/udp open|filtered snmp
427/udp open|filtered svrloc
524/udp open ncp
902/udp open|filtered unknown
903/udp open|filtered unknown
904/udp open|filtered unknown
961/udp open|filtered unknown
1030/udp open|filtered iad1
2049/udp open|filtered nfs
32778/udp open|filtered sometimes-rpc20
32779/udp open|filtered sometimes-rpc22
32780/udp open|filtered sometimes-rpc24
MAC Address: 00:99:99:69:99:99 (3com)

Nmap finished: 1 IP address (1 host up) scanned in 76.637 seconds

sV

Version detection: Após as portas TCP e/ou UDP serem descobertas por algum dos métodos, o nmap irá determinar qual o serviço está rodando atualmente. O arquivo nmap-service-probes é utilizado para determinar tipos de protocolos, nome da aplicação, número da versão e outros detalhes.

sudo nmap -sV 192.168.0.1

Starting Nmap 4.10 ( http://www.insecure.org/nmap/ ) at 2006-10-30 16:36 BRT
Interesting ports on idtstnw65 (192.168.0.1):
Not shown: 1661 closed ports
PORT STATE SERVICE VERSION
80/tcp open http Apache httpd 2.0.45 ((NETWARE) mod_jk/1.2.4a)
81/tcp open http Novell Netware HTTP Stack (HTTPSTK.NLM)
111/tcp open rpcbind 2 (rpc #100000)
139/tcp open netbios-ssn Netware 6 SMB Services
389/tcp open ldap (Anonymous bind OK)
427/tcp open svrloc?
443/tcp open ssl/http Apache httpd 2.0.45 ((NETWARE) mod_jk/1.2.4a)
524/tcp open ncp Novell Netware NCP
548/tcp open afpovertcp?
636/tcp open ssl/ldap (Anonymous bind OK)
731/tcp open rpcbind 2 (rpc #100000)
846/tcp open rpcbind 2 (rpc #100000)
847/tcp open rpcbind 2 (rpc #100000)
1234/tcp open hotline?
2049/tcp open rpc
8009/tcp open ssl/http Novell Netware HTTP Stack (HTTPSTK.NLM)
32778/tcp open rpc
32779/tcp open rpc
MAC Address: 00:99:99:99:99:99 (3com)
Service Info: OS: NetWare

Nmap finished: 1 IP address (1 host up) scanned in 121.699 seconds

sF, sX, sN

  • Nota use somente uma dessas 3 flags

Stealth FIN, Xmas Tree ou Null: Alguns firewalls e filtros de pacotes detectam pacotes SYN's em portas restritas, então é necessário utilizar métodos avançados para atravessar esses softwares.

  • FIN: Portas fechadas enviam um pacote RST como resposta a pacotes FIN, enquanto portas abertas ignoram esses pacotes. (Esse método não funciona com a plataforma Windows, uma vez que a Microsoft não seguiu RFC 973) Xmas Tree: Portas fechadas enviam um pacote RST como resposta a pacotes FIN, enquanto portas abertas ignoram esses pacotes. As flags FIN, URG e PUSH são utilizados no pacotes FIN que é enviado ao alvo. (Esse método não funciona com a plataforma Windows, uma vez que a Microsoft não seguiu RFC 973) Null: Portas fechadas enviam um pacote RST como resposta a pacotes FIN, enquanto portas abertas ignoram esses pacotes. Nenhuma flag é ligada no pacote FIN. (Esse método não funciona com a plataforma Windows, uma vez que a Microsoft não seguiu RFC 973)

Opções Gerais

D

Durante uma varredura, utiliza uma série de endereços falsificados, simulando que o scanning tenha originado desses vários hosts, sendo praticamente impossível identificar a verdadeira origem da varredura.

sudo nmap -D IP1,IP2,IP3,IP4,IP6,SEU_IP 192.168.0.1

F

Procura pelas portas que estão no /etc/services. Método mais rápido, porém não procurar por todas as portas.

I

Se o host estiver utilizando o ident, é possível identificar o dono dos serviços que estão sendo executados no servidor (trabalha com a opção -sT)

n

Não irá resolver nome de hosts a ser varrido.

O

Ativa a identificação do host remoto via TCP/IP. Irá apresentar versão do Sistema Operacional e tempo ativo.

p

Especifica quais portas devem ser verificadas na varredura. Por default, todas as portas entre 1 e 1024 são varridas.

P0

Não tenta pingar o host antes de iniciar a varredura. Isto permite varrer alvos que bloqueiam ICMP “echo request (ou responses)” através de firewall.

PS

Usa pacotes SYN para determinar se o host está ativo. sudo nmap -PS80 192.168.0.1

PT

Usa TCP “ping” para determinar se o host está ativo.

sudo nmap -PT80 192.168.0.1

R

Irá resolver nome de hosts alvo.

r

A varredura será feita nas portas randomicamente, não seguinte a ordem crescente.

T

Esse parâmetro seta a prioridade de varredura do Nmap:

  • Paranoid (-T5) é muito lento na esperança de prevenir a detecção pelo
    • sistema IDS. Este serializa todos os scans (scanning não paralelo) e geralmente espera no mínimo 5 minutos entre o envio de pacotes.
  • Sneaky (-T4) é similar ao Paranoid, exceto que somente espera 15 segundos
    • entre o envio de pacotes.
  • Polite (-T3) tem o significado para facilitar a carga na rede e reduzir as
    • chances de travar a máquina. Ele serializa os testes e espera no mínimo 0.4 segundos entre eles.
  • Normal (-T2) é o comportamento default do Nmap, o qual tenta executar tão
    • rápido quanto possível sem sobrecarregar a rede ou perder hosts/portas.
  • Aggressive(-T1) esse modo adiciona um timeout de 5 minutos por host e
    • nunca espera mais que 1.25 segundos para testar as respostas.
  • Insane (-T0) é somente adequando para redes muito rápidas ou onde você
    • não se importa em perder algumas informações. Nesta opção o timeout dos hosts acontecem em 75 segundos e espera somente 0.3 segundos por teste individual.

ttl

Altera o valor do TTL (Time to Live), dessa forma dificulta a origem do pacote.

sudo nmap -ttl 55 192.168.0.1

v

Modo verbose. Mostra tudo o que está se passando.

sudo nmap -v 192.168.0.1

Flag não documentada

O nmap tem uma flag não documentada, a flag é: --scanflags. Com ela é possível especificar flags arbitrárias usando nomes de flags ou número. Nesse exemplo estamos usando uma varredura SYN-FIN

sudo nmap -sS –scanflags SYNFIN -O 192.168.0.1

O que é DVD-RIP, DVDSCR, R5, CAM, e outros.

O que é DVD-RIP, DVDSCR, R5, CAM, e outros.




O CAM é um “rip” feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.

TELESYNC (TS)
Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.


TELECINE (TC)
Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme.

SCREENER (SCR)
Uma fita VHS prévia, enviada para locadoras e vários outros lugares, para uso promocional. Um screener é fornecido de uma fita VHS e normalmente em 4:3 (tela cheia), apesar de alguns screener com faixas pretas já terem sido lançados. A maior desvantagem é um “ticker” (uma mensagem que aparece na parte de baixo da tela com os direitos autorais e um telefone anti-pirataria). Além de que, se a fita tiver algum número de série, ou qualquer outra marca que possa denunciar a origem da fita, esses terão de ser escondidos, normalmente com uma faixa preta em cima. Isso costuma durar apenas uns segundos, mas infelizmente, em alguma cópias, dura o filme inteiro e alguns podem ser bem grandes.

R5
R5 se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir com a pirataria, a indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são tranferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Às vezes os DVDs R5 são lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de outra fonte. Nesse caso o release possui a descrição “.LINE” para distinguir daqueles que possuem o áudio do original. A qualidade da imagem de um R5 geralmente pode ser comparada com um DVD screener. No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus Releases de “.R5″ e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo.

DVD-SCREENER (DVDscr)
Mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel) possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o “ripador” tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom. Normalmente passado pra SVCD ou DivX/XviD.
DVDRip
Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente. DVDrips são lançados em SVCD e DivX/XviD.
VHSRip
Feitos de VHS de venda e/ou aluguel, sendo a sua maioria os lançamentos de filmes de esportes e de XXX.

TVRip
Episódios de TV que são de redes (capturados usando cabos digitais/satélite) ou de “PRE-AIR”, que usam as fontes de satélites que mandam o programa pelas redes com alguns dias de antecedências.

PDTV/HDTV
Os PDTV são capturados de uma TV com cartão PCI DIGITAL, normalmente gerando os melhores resultados. Muitas vezes vemos o rip rotulado como HDTV também, mas as diferenças entre esses dois termos são apenas técnicas. Os grupos costumam lançar em SVCD, apesar de rips em VCD/SVCD/DivX/XviD serem aceitos nos rips de TV.

WORKPRINT (WP)
Um workprint é uma cópia do filme que ainda não foi finalizado. Pode conter cenas faltando, música, e a qualidade pode variar de excelente a muito ruim. Alguns WPs são diferentes da versão final (Homens de Preto está faltando todos os aliens e tem figurantes em seus lugares) e alguns tem cenas extras (Jay and Silent Bob). WPs podem ser boas aquisições para a coleção uma vez que já tenha em mãos a versão final.

DivX Reenc
Um DivX re-enc é um filme que foi retirado do VCD e reencodado num pequeno arquivo DivX. Normalmente são encontrados nos compartilhadores, e são renomeados como Filme.Nome.Grupo(1of2). Grupos famosos são SMR e TMD. Esse formato não vale o download, a menos que você esteja incerto sobre um filme e quer apenas uma versão de 300MB.

Watermarks
Muitos filmes vem de Asian Silvers/PDVD (veja abaixo) e esses são marcados pelo pessoal responsável. Usualmente com uma inicial ou um pequeno logo, geralmente num dos cantos. Os mais famosos são as marcas d’água “Z” “A” e “Globe”.

Asian Silvers / PDVD
São produzidos por contrabandistas e são comprados por alguns grupos que vendem como se fossem deles. Silvers são baratos e facilmente encontrados em muitos paíes, e é fácil sair um release, e é o motivo de ter tantos por aí no momento, principalmente de grupos pequenos que não duram mais que alguns lançamentos. PDVDs são a mesma coisa, mas postos num DVD. Eles têm legendas à parte, e a qualidade usualmente é melhor que os silvers. São ripados como um DVD normal, mas são lançados como VCD normalmente.

SVCD
SVCD é baseado em MPEG-2 (como no DVD), que permite maiores taxas de variáveis até 2500kbits em uma definição de 480×480 (NTSC), que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. Devido ao bit-rate variável, o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo, geralmente entre 35-60 min.

VCD
É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352×240 (NTSC). VCD’s são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD’s e SVCD’s são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.

XVCD / XSVCD
Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de melhores taxas, muito mas elevadas. Muito difícil de se encontrar.

KVCD e KSVCD
KVCD é uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528×480 (NTSC) e 528×576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando um resolução 352×240 (NTSC) ou 352×288 (PAL), é possível “encodar” vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.

KDVD
Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720×480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352×480 no mesmo DVD.

AVI
Audio Video Interleave. Formato de vídeo mais usado em PCs com o Windows. Ele define como o vídeo e o áudio estão juntos um ao outro, sem especificar um codec.

MPEG
É a abreviação de Motion Picture Expert Group e é a fonte de pesquisa para formatos de vídeo em geral. Este grupo define padrões em vídeo digital, estão entre eles o padrão MPEG1 (usado nos VCDs), o padrão MPEG2 (usado em DVDs e SVCDS), o padrão MPEG4 e vários padrões de áudio - entre eles MP3 e AAC. Arquivos contendo vídeo MPEG-1 ou MPEG-2 podem usar tanto .mpg quanto .mpeg na extensão.
OGM
Pode ser usado à uma alternativa ao .avi e pode conter Ogg Vorbis, MP3 e AC3 áudio, todos os formatos de vídeo, informação por capítulos e legendas.

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VBR
Bitrate Variável. É possível “encodar” áudio e vídeo com bitrate variável, o que não usa o mesmo bitrate para o arquivo inteiro (como no CBR = Bitrate Constante). Partes mais complicadas do vídeo/áudio vão receber mais bitrate para que a aparência/sonoridade seja melhor, e assim como partes menos complicadas irão receber menos bitrate. Geralmente arquivos com VBR são melhores que outros que contém CBR.

Bitrate
Bitrate está diretamente ligado à nitidez (qualidade) do filme/música. Quer dizer que em formatos de compressão de áudio e vídeo como MPEG3 e MPEG4, quanto maior for o bitrate mais vezes por segundo o som ou filme original estará sendo reproduzido. O bitrate pode variar, sendo que taxas mais altas de bitrate criam som/vídeo de melhor qualidade.

Aspect Ratio Tags

WS - Widescreen (letterbox) FS - Fullscreen

Codec
É a abreviação de COder/DECoder ou codificador/decodificador. Equipamento ou programa que converte os sinais analógicos de som, voz e vídeo em sinais digitais e vice-versa. São exemplos de codecs: DivX, XviD (video) e MP3/AC3 (som).

DivX / XviD
Dois codecs de última geração sendo o DivX mais antigo. Estão baseados no formato de compresscão MPEG-4, compressão de vídeo de alta qualidade. Alguns chamam o MPEG-4 de “MP3 do vídeo”. Com os arquivos em DivX você poderá assistir os filmes com qualidade de DVD som de CD, no seu PC. XVid já possui uma tecnologia melhor que o DivX, portanto necessita de PCs mais potentes para rodar. XViD é melhor que o DivX.

NTSC / PAL
NTSC e o PAL são os dois padrões principais usados através do mundo. NTSC tem um frame mais elevado do que o PAL (29fps comparado a 25fps), mas o PAL tem um definião de melhor qualidade. Os dois tipo de padrões podem ter variações, sendo que no Brasil usa-se o padrão PAL-M e nos EUA o NTSC, para TVs, vídeos-cassete, DVDs

AC3
Codec de áudio conhecido como Audio Coding 3, é melhor que o Mp3 e é sinônimo para o Dolby Digital hoje em dia. Utilizado em alguns filmes com mais de 2 CDs, devido ao seu tamanho maior.

AAC
Advanced Audio Coding, será o sucessor do AC3. É baseado no AC3, mas acrescenta uma variedade de melhorias em diversas áreas. Atualmente é difícil encontrar um player ou hardware que suportem esse novo formato de áudio.

BIN / CUE
Bin e Cue são dois arquivos pertencentes à uma imagem de CD-R/RW ou DVD. Alguns releases de SVCD E VCD são lançados nas imagens dos próprios CDs. Para abri-lo você pode usar tanto o Daemons tools (note que não nescessita da Cue para fazê-lo se você alterar para mostrar todos os arquivos, ele abrirá o BIN) ou queimá-lo com o Nero ou CDRWin. Aconselha-se o CDRWin, por ser o programa que cria esse tipo de imagem.

Expressões encontradas:
PROPER
Devido aos critérios, quem lançar o primeiro Telesync ganhou a corrida (por exemplo!). Mas se a qualidade desse release for ruim, devido alguns problemas na imagem ou som, e outro grupo tem outro telesync (ou a mesma fonte, mas em melhor qualidade) então a expressão PROPER é adicionada para evitar equívocos. PROPER é a expressão mais subjetiva encontrada, e as pessoas geralmente pergutam se o PROPER é melhor que a versão original. Muitos grupos lançam o PROPER em atos de desespero, para não perder a corrida. Um motivo para o PROPER deve ser sempre incluso no .NFO.

UNRATED
Versão sem cortes.(Normalmente os vídeos são editados para conseguir um classificação etária mais ampla nos cinemas, já em DVD são lançados completos)

LIMITED
Um filme limited significa que ele tem um número de exposições em cinemas limitados, normalmente estreando em menos de 250 cinemas. Geralmente filmes pequenos (como filmes de arte) são lançados nesse estilo.

INTERNAL
Um release interno é feito por vários motivos. Grupos clássicos de DVD fazem muito isso, visto que eles não serão trapaceados. Também rips de má qualidade são feitos nesse estilo, para não baixar a reputação do grupo, ou devido ao grande número já existente do filme. Um lançamento interno é disponibilizado normalmente em sites afiliados ao grupo, mas eles não podem ser trocados com outros sites sem a devida permissão. Alguns INTERNALs ainda correm pelo IRC/Newsgroup, dependendo da popularidade. Há alguns anos, o grupo Centropy começou a lançar releases internos, mas num sentido diferente do INTERNAL, isto é, lançava somente para membros do grupo e não o disponibilizavam.

STV
Straight To Video. Filmes ripados de DVD que nunca foram para o cinema, caíram direto para as locadoras e TVs.

ASPECT RATIO Tags
As expressões de formato são WS = Widescreen (letterbox) FS = Fullscreen.

REPACK/RERIP
Se um grupo lança um rip ruim, eles irão re-lançá-lo, o qual virá com os problemas corrigidos.

NUKED
Um rip pode ser “NUKADA”, banida por diversas razões. Se o grupo lançar como TeleSyncs, por exemplo, e não tem nada de “TeleSyncs”, ou o filme tem uma diferença na qualidade do áudio, outro exemplo, a partir de X minutos de filme. Então o nuke global ocorrerá e o grupo perderá seus créditos. Verifique sempre antes os releases para não pegar algo que foi banido, por má qualidade por exemplo. Se um grupo perceber que há algo errado com uma versão, eles podem requisitar um nuke.
Razões para o NUKE
BAD A/R - Relação de aspecto, distorção do filme. Personagens aparecem muito largos ou finos.BAD IVTC - Processo de inversão telecine, conversão de framerates está incorreto.BAD FPS - Não segue o padrão de quadros por segundo vigente.INTERLACED - Linhas pretas no movimento como a ordem do campo estão incorretas.

DUPE
Duplicada, já foi feito lançamento deste filme anteriormente. Dupe é bem simples, se algo já existe, então não há razão para ele ser lançado de novo sem uma razão séria.
SE (special edition)
Edição Especial
DC (director’s cut)
Versão do diretor.

NFO
Um arquivo de NFO é fornecida com cada filme ou jogo para promover o grupo e dar informação geral sobre o release, tal como o formato, a fonte, o tamanho, entre diversas informações. NFO = Informações

SyncFIX
Pacote que conserta a sincronia entre áudio e vídeo de um filme.

RarFIX
Quando o release contém algum dos arquivos .rar defeituosos o grupo lança um RarFIX, contendo, na maioria das vezes, apenas o arquivo que estava com problemas.

SFV
É fornecida também para cada disco um arquivo SFV. Estes são usados principalmente no local (FTP) para verificar se todos os arquivos estão completos.Programas: pdSFV ou o hkSFV
Subbed
Ripagem com subtitle (legenda), local de origem do filme (poderá ser até em chinês).

UnSUBBED
Quando foi liberado uma versão, com legenda, e após esta, liberada outra sem legenda.

Definições em arquivos de séries:
Lost.SxxExx
[HR-HDTV]HDTV.XviD.[PROPER]-LOL/XOR/CTU/NBS
Sxx
Temporada xx (exemplo S02 - temporada 2)
Exx
Episódio xx (exemplo E24 - episódio 24)
HDTV
High Definition TV - Sinal capturado duma fonte de alta qualidade, O Som destas emissões no país é 5.1 mas nas releases da LOL/XOR só nos chega com 2.0 (stéreo). Os primeiros receptores de TV apresentavam 240 linhas de vídeo. Atualmente, um monitor analógico de boa qualidade apresenta entre 525 e 625 linhas. Na televisão digital de alta definição, chega-se a 1080 linhas com o padrão HDTV.
XviD
Codec de compressão de vídeo utilizado. É o codec mais famoso que aí anda por ser inicialmente um hack do DivX, mas de código aberto e de livre utilização (ao contrário do DivX que é pago [pelo menos as versões para criar ficheiros comprimidos).
LOL, XOR, CTU, NBS (e muitos outros)
São os grupos da scene que ripam os episódios.

[PROPER]
Se alguma coisa está mal com o anterior rip, (áudio fora de sincronia, vídeo com má qualidade, faltam imagens, etc etc) é lançada a versão PROPER por um grupo diferente. Se a nova versão for lançada pelo grupo inicial trata-se de um REPACK

Contribuição do usuário: Nelson Guioli